O poder de uma balada.

Quem é viciado em drogas - como o álcon - ou que padece de ressacas físico-morais devastadoras, ou que sofre com a flecha preta do ciúme enfiada na garganta qdo avista o ex pendurado em pescoço inimigo com aquela cara de hoje-tem, costuma maldizer a noitada

a noite é do cão
tenho preferido um bom chá, um bom livro
quero acordar cedo e tomar ducha, curtir a manhã, sabe como é

a noite machuca

venenos da noite estão aí, para o bem e para o mal

no já abandonado blog do porcas, mesmo, tem alguma coisa a ver com isso: aqui

E logo embaixo tem convite meu, pra quem estiver em uberlândia nessa quinta. a mara faria me convidou, eu perguntei "tem certeza?", ela disse "tenho sim".

té lá?





7 comentários:

Nassar disse...

é, dartanha, a noite machuca demais. mas bebendo passa. (até a manha seguinte, pelo menos)
quinta entao!

Robisson Sete disse...

aqui

se minha mãe deixar vou lá passar a mão na sua bunda

mas já aviso sou público exigente
quero ouvir summertime e saudosa maloca
além dos standarts ... caro sr. dartanha

Nina Salomé disse...

E balada o que é?
monte de balas reunidas
pólvora em veloz movimento à procura de alvo
ou tudo ao mm tempo
em grande rebuliço

Roberta Costa disse...

Seu texto é o xerox (sou da época do mimiógrafo... mas...) do que tenho por dentro nos ultimos instantes... balada machuca pra caralho!!! Um merda...melhor fechar pra balanço, dar descanso pro fígado...
E a cena da figura pendurada no pescoço da outra, achei extremamente visual... foda...

Rogério Duarte disse...

A noite machuca, de fato.
À leitura, portanto.

Beleza de texto.
Abraço!

Rogério Duarte disse...

Ah! Reproduzi esse teu texto em meu blog, com citação e tudo. Se quiser que eu tire, é só avisar.

Abração!

Ugly Motherfucker disse...

C virou crooner?