Broder, fiquei muito feliz qdo vc disse que rolaria pra
vc.

Acho q é hora de a gente constituir uma experiência de
vida muito louca, para ser lembrada até o final de
nossa jornada pela terra.

Viajar de bike deve ser ducarai, porque poderemos
sentir cada palmo de terra pelo tato, venceremos cada
metro com a força de nossas pernas.

Vamos contemplar o relevo, os rios, as estradas, os
vilarejos, as pessoas, o nascer e pôr do sol. Vamos
mergulhar no nosso universo, no nosso sertão, sem a
redoma dos automóveis.

Vamos cruzar o Nada, partindo de nossa querida Abaeté.
O rumo: fazenda do Odilon, Patos do Abaeté,
Biquinhas, Morada Nova, Rio São Francisco, Três Marias.

Depois de atravessado o rio da BR 040... os sertões de
Guimarães Rosa! Depois dos sertões, a superfície lunar
e as cachoeiras de Diamantina.

E o melhor de tudo: dias e dias trocando idéia, vendo
juntos, almoçando, tomando café.

Teremos q superar as imensas dificuldades do sair.
Calendário, trampo, grana, logística, etc. Que são
essas coisas perto da Vida? da Experiência?

Por mais foda que seja, vamos realizar essa viagem. Fazer isso juntos.

2 comentários:

Gustavo disse...

topei de cara. primeiro pelo itinerário. segundo por causa dos amigos etc e tal. podemos inclusive fazer outro percurso inicial (abaeté, cedro do abaeté [cachoeiras do rio indaiá], fragaita, de lá estradinhas de roça no meio da serra do tigre/palmital, chegando em patos de abaeté [fazenda do meu bom e saudoso avô zé lucas], biquinhas...)aí é documentar a aventura... estou negociando férias para junho, mas agora dependo de vcs.

Frederico Oliva disse...

apesar dos destinos serem diferentes, os sentimentos são os mesmos. em janeiro coloco a mochila nas costas e parto pra machu picchu. como você disse, uma experiência de vida muito louca, que será pra sempre lembrada.

sorte pra todos nós! grande abraço!